sexta-feira, 21 de setembro de 2012

GP Cingapura Programação

Segue a programação para o GP de Cingapura


Sexta 21/09:      07:00 - 1º Treino Livre  SPORTV
                         10:00 - 2º Treino Livre  SPORTV

Sábado 22/09:  08:00 - 3° Treino Livre SPORTV
                            10:00 - Classificatório  Rede Globo

Domingo 23/09:  09:00 - Corrida          Rede Globo

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Circuito de Monza, Tradição

Antiga curva parabolica, Monza
Você sabia que o circuíto de Monza recebe a F1 desde 1922? É isso mesmo, naquela época o traçado era diferente, e garanto, bem mais desafiador. A antiga curva Parabolica era inclinada, o que permitia que os pilotos a fizessem com muita velocidade. Era uma curva muito perigosa, as chances de sair vivo de um acidente naquele ponto eram bem pequenas. O velho traçado, um semi-oval, está lá até hoje, ponto de visitas para os amantes de automobilismo. 

Segue dois videos antigos da F1 usando o antigo traçado de Monza. Você irá se impressionar com a velocidade atingida naquela época. Interessante também notar o comportamento das pessoas em volta, as roupas, enfim, muito legal!





terça-feira, 18 de setembro de 2012

Mini Drivers Italia

Segue o GP da Itália contado pelos Mini Drivers


Dança das cadeiras na F1

Como havia dito tempos atrás aqui no Blog, Hamilton será a peça chave para que a "dança das cadeiras" pegue fogo no mundo da F1. A transferência de Hamilton para a Mercedes começou como um simples boato, alguns até diziam que era apenas pressão dele e de seus empresários, porém as chances dessa transferência acontecer aumentam a cada semana. 

Hamilton pode começar a dança
Brasileiro testa F1
Morre Doutor Sid Watkins

Segundo um jornal Inglês, as negociações de Hamilton com a equipe alemã já estariam em fase avançada, podendo até mesmo ser confirmada esse final de semana. Porém, o que se diz, é que a Mercedes espera um posicionamento de Michael Shumacher, pois ainda não se sabe se ele irá ou não de aposentar. Ainda há alguns que acreditam que mesmo que o alemão permaneça, há possibilidades de ser formada uma dupla entre Hamilton e Shumacher, já pensou? Porém Rosberg tem contrato para o ano que vem, o que dificulta essa possibilidade.

O fato é que a relação entre Hamilton e McLaren azedou, a divergência entre eles é clara. Os empresários de Hamilton acha um absurdo a proposta de redução salarial, e a McLaren bate o pé dizendo que os tempos mudaram depois da crise mundial. Já a Mercedes teria oferecido £60 milhões (R$ 200 milhões) num contrato valido a partir de 2013.

Essa possível mudança abriria uma vaga na McLaren, Paul di Resta é um nome forte para assumir a vaga, junto com Sergio Perez, revelação da Sauber, que Luca de Montezemolo disse que ainda é um piloto sem experiencia. A McLaren começa a se mexer pra buscar um possível substituto para Hamilton, que está na equipe desde os 13 anos.

Outra grande que ainda não sabe quem ocupará um dos carros ano que vem é a Ferrari, a briga hoje fica entre Felipe Massa, Nico Hulkenberg e Nico Rosberg. são os nomes mais citados.

A RBR é a unica equipe que já tem contrato com os dois Pilotos, Vettel e Webber completam a temporada de 2013.


quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Morre Dr Sid Watkins


Morreu hoje o Dr Sid Watkins, Médico por muitos anos na F1 e grande amigo de Ayrton Senna, por isso, retirei esse lindo Post do Blog Idade Certa, são palavras do próprio Dr Watkins sobre sua amizade com Senna, vale a pena ler:


Esta é uma história comovente escrita pelo Dr. Sid Watkins

“Não costumo ter premonições, mas ao nascer do sol eu estava apreensivo.
Não era com prazer que aguardava aquela corrida, o Grande Prêmio de San Marino de 1994.
Um dia antes, o piloto austríaco Roland Ratzenberger morrera no treino de classificação.
Na hora da preleção aos pilotos, fizemos um minuto de silêncio por Roland.
Olhei à minha volta e vi que a maior parte deles estava reagindo bem, exceto um.

Ayrton Senna — tricampeão mundial de Fórmula 1 e meu amigo próximo — estava chorando.
Neurocirurgião clínico, sou também apaixonado por corridas de automóveis.

Durante anos uni as duas paixões fazendo parte da equipe médica da Formula 1.
Senti um imenso respeito por Ayrton Senna desde o dia em que o conheci em Kyalami, África do Sul, em 1984.
Apesar de aquela ser a segunda corrida de Fórmula 1 de sua carreira — e de seu carro ser instável –, o jovem brasileiro conseguiu se classificar.

Depois da corrida chegou ao centro médico com fortes cãibras no pescoço e nos ombros.
Estava causando um rebuliço até que lhe expliquei em poucas, curtas e duras palavras que seu estado não era terminal.
Então, ele relaxou e conversamos um pouco.
No final da temporada de 1984, Senna infelizmente apresentou outro problema médico, mais grave.
Dessa vez foi a paralisia de Bell, doença virótica do nervo facial.
Um lado de seu rosto ficou totalmente paralisado: não conseguia fechar o olho e a boca ficou repuxada para um lado.
Ele foi me procurar no Royal London Hospital, Inglaterra.
Receitei-lhe esteróides e sua rápida recuperação deu início a uma relação fraterna que duraria uma década.
Surge uma amizade
Com o passar dos anos, Senna adquiriu a reputação de ter personalidade às vezes difícil — e até mesmo arrogante.
Mas o homem que conheci, que praticamente passou a fazer parte de minha família, sempre foi no fundo um cavalheiro.

Recordo, por exemplo, uma visita que fez à minha clínica em Londres.
Eu estava muito ocupado e pediram-lhe que aguardasse na sala de espera.
Minha próxima consulta era com a simpática senhora Patel, que sofria de paralisia espinhal e estava de cadeira de rodas.
Quando a chamaram, Senna levantou-se e perguntou: “Posso empurrar sua cadeira?”, e foi o que fez, sorrindo.
Nenhum paciente jamais teve um enfermeiro mais habilidoso ou encantador.
Numa outra ocasião, ele veio à Inglaterra atendendo a um pedido de Matthew, meu enteado mais velho.
Senna visitou a escola de Matthew e conversou com os alunos e funcionários durante 40 minutos, pacientemente respondendo a perguntas dos mais novos aos mais velhos sobre todos os assuntos, desde religião até sua dedicação ao automobilismo e suas esperanças para o futuro.
Seu desempenho foi extraordinário.
Mais tarde, durante uma recepção na casa do diretor adjunto, conversou longamente com o bispo de Truro, que estivera na platéia.
No domingo, o bispo começou o sermão com uma bem-humorada confissão: disse que havia sido espiritual e verbalmente superado como pregador por Ayrton Senna.
Homem de visão
Senna e eu tínhamos um laço incomum.
Quando ele chegava a Londres, vinha até o popular bairro do East End para jantarmos num dos restaurantes chineses perto do hospital.
Quando tínhamos tempo, às vezes viajávamos juntos nos feriados.
Numa dessas viagens, descobri algo extraordinário sobre meu amigo.
Admirador de longa data de Jimmy Clark, ás da Fórmula 1 nos
 anos 60, Senna sempre tivera vontade de ir ao museu de Jim Clark, em Duns, perto de Edimburgo.

Depois de combinarmos com o curador, seguimos para Edimburgo numa tarde de 1991 para conhecer o museu.
A única condição que Senna estipulou foi que a visita fosse particular, sem imprensa, sem publicidade e que, além do pessoal do museu, ninguém mais ficasse sabendo.
Naquele dia eu dirigia.
Quando entramos em Duns, tomei a estrada onde pensava ser o museu, mas hesitei, procurando alguma placa.
– Lá está ela — disse Ayrton.
– Onde? — indaguei.
– No fim da rua — disse ele.
– Está escrito: “Salão Jim Clark”.
Eu não via nem o poste onde estava a placa, quanto mais a placa em si, pois estava a uns 100 metros de distância.
Uma extraordinária acuidade visual era um dos atributos de Senna.
Estou certo de que esse é um dos requisitos para os pilotos de
 ponta da Fórmula 1.

Jackie Stewart, por exemplo, tinha uma visão notável.
Essa habilidade permite que a noção de profundidade e o cálculo da distância sejam tão acurados que as manobras de ultrapassagem em alta velocidade — atemorizantes para a pessoa comum — possam ser feitas com precisão de computador.
Já no museu, olhamos tudo.
Senna concordou gentilmente em ser fotografado assinando o livro de visitantes.
Mais tarde, nessa noite, voltamos ao aeroporto de Edimburgo, onde o avião de meu amigo nos aguardava.
No caminho ele disse:
– Professor, quero que saiba que o considero ótimo motorista, muito seguro, mas devo dizer que é muito, muito lento!
Esse definitivamente não era o estilo dele.
Na ocasião em que me levou em seu avião a Bolonha, por cortesia perguntei a Senna se gostaria de dirigir o carro que eu alugara.
Ele aceitou e logo encontramos uma longa fila dupla de automóveis parados num cruzamento.
Sem hesitar, Senna disparou pelo meio da fila, com mais ou menos um centímetro de espaço de cada lado.
Quando o sinal abriu, ele arrancou antes que algum motorista indignado buzinasse.
Fiquei paralisado.
Eu havia trincado os dentes com tanta força que, quando chegamos ao hotel, os músculos de meu maxilar ainda estavam doloridos.
Corrida final
Ayrton estava em plena forma para o Grande Prêmio de San Marino de 1994 em Ímola e se classificara para a pole position.
Então veio a horrível notícia do acidente de Ratzenberger.

Até então, Senna nunca vira a morte de perto numa pista de corrida.
Nos últimos 12 anos não tivéramos um só acidente fatal na Fórmula 1.
O choque da perda do piloto austríaco deixou Senna arrasado.
Ele se desesperou e chorou em meu ombro.
Em 1994, éramos amigos íntimos havia muitos anos.
Pescávamos juntos, hospedávamo-nos na casa um do outro.
Havíamos conversado e compartilhado nossas preocupações sobre tudo que dizia respeito às corridas e à vida.

– Ayrton, por que não desiste de correr amanhã? — perguntei.
– Aliás, por que não larga isso de vez?
–O que mais você precisa provar?
Já foi campeão mundial três vezes; evidentemente é o piloto mais rápido.
Desista disso e vamos pescar.
A princípio ele ficou calado.
Então me olhou com firmeza e, já calmo, disse:
– Sid, não posso parar. Tenho de continuar.
A premonição
No dia seguinte, começava a movimentação que antecede a corrida.
Percorri o circuito para me certificar de que as ambulâncias estavam a postos.
Consultei o centro médico para verificar se esse também estava preparado, a equipe alerta.
O dia estava lindo.
Os pilotos começaram a volta de apresentação, com Senna à frente.
Então a luz verde brilhou e foi dada a largada.
De repente, por toda a parte agitavam-se bandeiras amarelas: houvera uma colisão  na partida.
Os pilotos dos dois carros avariados pareciam não estar feridos e os outros continuavam a passar em alta velocidade.
Embora a corrida prosseguisse, os escombros ainda se espalhavam pelo local da largada.
Assim, o safety car saiu para conduzir os carros restantes num cortejo lento, evitando os destroços e dando tempo ao pessoal da limpeza para desimpedir a pista.
Finalmente, quando o circuito ficou livre, o safety car retirou-se e os carros da Fórmula 1 puderam acelerar.
Senna vinha na frente, seguido de perto por Michael Schumacher.
Os dois dispararam como raios na volta seguinte.
Nesse momento, tive uma premonição: Vai haver um acidente terrível.
No instante seguinte surgiram as bandeiras vermelhas.
Não sei como, mas tive certeza de que era Senna.

Quando cheguei ao local do acidente, eu o encontrei afundado no veículo.
O médico do primeiro carro de socorro estava com ele, segurando-lhe a cabeça, ainda de capacete.
Fizemos um esforço desesperado para cortar a tira, apoiamos o pescoço de Senna e tiramos o capacete.
Seus olhos estavam fechados.
Inconsciente, ele parecia sereno.
Levantei-lhe as pálpebras.
Era evidente, pelas pupilas, que tivera uma grave lesão cerebral.
Delicadamente, nós o tiramos do cockpit e o deitamos no chão.
Nisso, eu o ouvi suspirar.
Senti que sua alma partia naquele momento.
Chegou mais socorro.
Fizemos vários acessos venosos no corpo inerte. Eu ainda sentia seu pulso.
Chamamos um helicóptero ao local e meu amigo foi levado às pressas para o Hospital Maggiore.
Mas, tendo visto a extensão dos ferimentos, sabia que ele não poderia sobreviver.
Percebi que de nada adiantaria eu ir.
Não poderia fazer mais nada para ajudar.
Apanhei o capacete de Senna e o deixei no centro médico, em lugar seguro.
Soube que a corrida logo recomeçaria.
A equipe de limpeza espalhou cimento em pó para absorver o vazamento do carro de Ayrton, marcando o lugar em que eu perdera meu amigo tão querido.
A corrida prosseguiu, dessa vez sem novidades.
Somente mais tarde, foi feito o triste anúncio de que Senna havia morrido.
Desde o acidente, freqüentemente revivo as recordações de meu amigo.
Uma imagem em especial permanece.
Em março de 1993, antes do treino para o Grande Prêmio do Brasil, Senna convidou-me para pescar em sua fazenda em Tatuí, interior de São Paulo.
Fomos de helicóptero.
Anos antes, havia mandado prover de peixes o lago de sua propriedade.
Nessa noite houve uma forte tempestade e ficamos sem eletricidade e sem telefone.
Quando soube que eu tinha de ligar para casa, Senna, solícito, levou-me a uma cidadezinha a 65 quilômetros dali, guiando velozmente através de estradas inundadas.
Encontramos um telefone público.
Estávamos tentando fazê-lo funcionar quando um grupo de crianças se aproximou.
Por fim, achamos um mecânico, que reconheceu Senna, e me deixou usar seu telefone.
Fui fazer a ligação.
Quando voltei, um número maior de crianças havia se aglomerado.
Sempre me lembrarei de Senna naquela noite, rodeado de crianças entusiasmadas, pacientemente assinando autógrafo após autógrafo à luz de um solitário lampião de rua.


segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Brasileiro testa na F1

É comum nessa época do ano a F1 falar de teste de novos pilotos, e nessa terça, 11 de setembro, o brasileiro Luiz Razia testará com uma Force Índia no circuito de Magny-Cours, na França. Razia vinha liderando o campeonato da GP2, principal categoria de acesso a F1, porém perdeu a liderança nesse final de semana para o Italiano Davide Velaschi. Pelo fato de ter liderado por bastante tempo, o brasileiro chamou atenção da Force Índia, ir bem nesse teste é o inicio da caminhada para se assinar com a equipe para próxima temporada. Além disso seria ainda melhor se o bom teste viesse junto com o titulo da GP2, essa combinação praticamente colocaria Razia na equipe, já que ele tem também bons investidores. Nos últimos anos todos os campeões da GP2 assinou com alguma equipe da F1, são eles:


  •  Nico Rosberg
  • Lewis Hamilton
  • Timo Glock
  • Pastor Maldonado
  • Romain Grosjean
  • Nico Hulkenberg
Porém alguns vices da GP2 também conseguiram o acesso a tão almejada F1:


  • Bruno Senna
  • Nelsinho Piquet
  • Heikki Kovalainen
  • Sergio Perez
  • Vitaly Petrov
  • Lucas di Grassi


Vamos torcer para que o Brasileiro tenha sucesso nos testes, pois tem uma técnica apurada e é arrojado além de ser um tremendo gente boa.